Skip to Main Content
×close section menu
Ir para uma seção

COMO USAR ESTA SEÇÃO

Esta seção mostra como os exames diagnósticos podem ser empregados no diagnóstico diferencial e em casos de desafios diagnósticos. As informações são apresentadas em forma de algoritmos e os conteúdos são listados em ordem alfabética, por condição.

As abreviações utilizadas incluem: N, normal; ↑, aumentado ou alto; ↓, diminuído ou baixo.

Cada algoritmo adota as seguintes convenções:

image

AMENORREIA OU OLIGOMENORREIA: AVALIAÇÃO LABORATORIAL DIAGNÓSTICA

Figura 9–1.

AMENORREIA OU OLIGOMENORREIA: avaliação laboratorial diagnóstica. A amenorreia primária é definida pela não ocorrência da menstruação até os 16 anos. A amenorreia secundária é definida como a amenorreia que ocorre em mulheres com características sexuais secundárias, que já passaram pela menarca e nas quais as menstruações estão consistentemente ausentes (há mais de 3 meses consecutivos). A oligomenorreia é definida por menstruações escassas ou que ocorrem a intervalos > 35 dias, com apenas 4–9 menstruações em 1 ano. A hipótese de gravidez deve ser excluída antes de se prosseguir com a realização dos exames descritos no algoritmo. SPA, síndrome poliglandular autoimune; HSC, hiperplasia suprarrenal congênita; E2, estradiol; FSH, hormônio folículo-estimulante; T4L, tiroxina livre; LH, hormônio luteinizante; RM, ressonância magnética; SOP, síndrome dos ovários policísticos; PRL, prolactina; TSH, hormônio estimulador da tireoide. (Modificada, com permissão, de Gardner DG, Shoback D [editor]: Greenspan’s Basic & Clinical Endocrinology, 9th ed. McGraw-Hill, 2011.)

ANEMIA: CONSIDERAÇÕES GERAIS E AVALIAÇÃO INICIAL

Figura 9–2.

ANEMIA: considerações gerais e avaliação inicial. A avaliação inicial da anemia deve incluir hemograma completo, contagem de reticulócitos e análise do esfregaço de sangue periférico. G6PD, glicose-6-fosfato desidrogenase; ELH, eliptocitose hereditária; EFH, esferocitose hereditária; LDH, lactato desidrogenase; AHMA, anemia hemolítica microangiopática; VCM, volume corpuscular médio; PK, piruvato quinase; HPN, hemoglobinúria paroxística noturna.

ASCITE: AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA

Figura 9–3.

ASCITE: avaliação diagnóstica. GLI, glicose (mg/ dL); IC, insuficiência cardíaca; LDH, lactato desidrogenase (UI/L); PMN, neutrófilo polimorfonuclear (células/mm3); BAAR, bacilo álcool-ácido-resistente; GASA, gradiente de albumina soro-ascite (g/dL); PT, proteína total (g/dL). (Modificada, com permissão, de Feldman M, Friedman LS, Brandt LJ [editors]. Sleisenger and Fordtran’s gastrintestinal and Liver Disease: Pathophysiology, Diagnosis, Management. 9th ed. Saunders, 2010.)

BÓCIO: AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E ESTRATÉGIA DE TRATAMENTO

Figura 9–4.

BÓCIO: avaliação diagnóstica e estratégia de tratamento. TC, tomografia computadorizada; AAF, aspiração por agulha fina; RM, ressonância magnética; IRA, iodo radioativo; T4, L-tiroxina; TSH, hormônio ...

Pop-up div Successfully Displayed

This div only appears when the trigger link is hovered over. Otherwise it is hidden from view.